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CEI PUBLICATIONS

ISBN
978-1-326-18379-0

Pensando Bem!... Uma introdução ao pensamento crítico.

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Conteúdos

Prefácio

Capítulo 1: O QUE É O PENSAMENTO CRÍTICO
1.1.     Argumentos versus retórica
1.2.     Avaliação de dilemas
1.3.     Identificação das fontes de discordância
1.4.     Resolução de conflitos
1.5.     A importância do método em pensamento crítico

Capítulo 2: O CONCEITO DE ARGUMENTO
2.1. Argumentos implícitos e explícitos
2.2. Porque alguém usaria argumentos implícitos?
2.3. Como identificar um argumento
2.4. Afirmações / Declarações
2.5. O hiato ser/deve ser
2.6. O Conceito de Pressuposto

Capítulo 3: A ESTRUTURA DO ARGUMENTO
3.1. Argumentos simples
3.2. Argumentos em forma de T
3.3. Argumentos em forma de V
3.4. Argumentos complexos

Capítulo 4: PENSAMENTO E RACIOCÍNIO
4.1. A diferença entre pensar e raciocinar
4.2. Formas de raciocínio
4.3. Pensamento rápido e lento: Sistema 1 e Sistema 2

5.1.LÓGICA CATEGÓRICA
5.2.     Diagramas de Venn e Euler
5.3.Lógica Formal
5.4.Silogismos
5.5.Silogismos categóricos

Capítulo 6: QUALIDADE DOS ARGUMENTOS DEDUTIVOS

Capítulo 7: RACIOCÍNIO INDUTIVO

Capítulo 8: INDUÇÃO FORMAL
8.1.Indução por analogia
8.2. Indução por generalização(De alguns para todos)
8.3.Indução por silogismos estatísticos
8.4. Indução por confirmação (abdução)
8.5. Indução formal e o método científico
8.6. A importância do método científico na vida mundana

Capítulo 9: INDUÇÃO INFORMAL
9.1. Indução informal por analogia
9.2. Indução informal por generalização

Capítulo 10: QUALIDADE DOS ARGUMENTOS INDUTIVOS

Capítulo 11: ACEITABILIDADE
11.1. Avaliação da Evidência
11.2. Verificação duma proposição
11.3.Teorias da Verdade
11.4. Critérios da verdade
11.5. Racionalistas vs. Empiricistas: Uma batalha filosófica?

Capítulo 12: RELEVÂNCIA

Capítulo 13: ADEQUACIA
13.1. Critérios de adequacia
13.2. Apelo à autoridade
13.3. O uso de analogias
13.4. Apelo à ignorância (Argumentum ad ignorantium )
13.5. Falácias causais

Capítulo 14: RACIOCÍNIO ABDUTIVO
14.1. Hipóteses, teorias e modelos
14.2. Explicações

Capítulo 15: RACIOCÍNIO CAUSAL
15.1. Causa, Relação e Correlação
15.2. Condições necessárias e suficientes

Capítulo 16: INTRODUÇÃO ÁS FALÁCIAS

Capítulo 17: FALÁCIAS CAUSAIS
17.1.       Falácias causais dedutivas
17.2.       Falácias causais indutivas

Capítulo 18: FALÁCIAS DE GENERALIZAÇÃO POR  INDUÇÃO FORMAL
18.1.Falácias de quantificação
18.2.Falácias Probabilísticas

Capítulo 19: FALÁCIAS DE GENERALIZAÇÃO POR  INDUÇÃO INFORMAL
19.1. Generalização precipitada

Capítulo 20:FALÁCIAS DE EVIDÊNCIA E PROVA

Capítulo 21: FALÁCIAS DE ASSOCIAÇÕES E PADRÕES ILUSÓRIOS

Capítulo 22: FALÁCIAS ANALÓGICAS
22.1. Analogias Erróneas
22.2. Analogias Falsas
22.3. Analogias questionáveis

Capítulo 23: FALÁCIAS DE EXPLICAÇÃO

Capítulo 24: FALÁCIAS DE DEFINIÇÃO

Capítulo 25: FALÁCIAS DE RELEVÂNCIA
25.1. Quando a premissas que não suportam a conclusão
25.2. Falácias Ad hominen
25.3. Falácia Genética

Capítulo 26: FALÁCIAS DO ARENQUE VERMELHO
26.1.Falácia de excepção ou tratamento especial
26.2.Falácia do homem de palha
26.3. Falácias de apelo às emoções
26.4. Falácias de apelo à mente

Capítulo 27: FALÁCIAS VERBAIS

Capítulo 28: ARGUMENTOS ENVIÉSADOS (Bias)
28.1. Bias cognitivos
28.1.2. Bias derivados da percepção pessoal
28.2. Bias Motivacionais

Capítulo 29: PROPAGANDA e RETÓRICA
29.1. Propaganda
29.2. Retórica
29.3.Diferença entre propaganda e retórica

Capítulo 30: ANÁLISE DE ARGUMENTOS

30.1. Forma do argumento (validade)
30.2. Estrutura do argumento
30.3. Análise de Contexto, Qualidade e Conteúdo.
30.4. Desconstrução e Reconstrução de Argumentos

Capítulo 31: PRODUÇÃO DE ARGUMENTOS
31.1. Argumentos e Debates
31.2. Código de Conduta Intelectual
31.3. Objectividade

Capítulo 32: APPLICAÇÕES DA ARTE DE RACIOCINAR

Conclusão